Talvez devesse encontrar alguém a quem não me sinta obrigada a dar tudo de mim, como se hoje não fosse parar a amanhã; obrigada a concretizar tudo o que está ao meu alcance para o ver satisfeito e, acima de tudo, empenhado em mim, porque no fundo, nestes casos extremos, o amor passa a ser tudo aquilo que existe e nada mais importa, não passa de um acto egoísta da minha parte.
Talvez devesse procurar alguém que possa amar, mas não assim tanto, o que, mesmo assim, resultaria num grande amor. Um amor mais equilibrado e não tão intrinsecamente vincado na minha pele, e que já deixou de ser do domínio da minha pele para passar a invadir o meu coração, o último e derradeiro a ceder.
Já é tarde demais para o salvar,
o amor não tem cura.
também gostei sofia, vou seguir ;)
ResponderEliminarAh, eu amo assim também...
ResponderEliminarSigo *