Procuro sempre pelas melhores perspetivas da minha recente condição, nunca me esquecendo de avaliar todas as hipóteses que tenho diante de mim, servindo-me tal precaução de uma ótima estrutura, organizada, da minha linha de pensamento; emergem todos os meus princípios que foram levados a cabo, sem nunca fugirem das águas claras, incitando toda a minha motivação que reside nos meus desafios.
Omito à minha consciência, porém, que a maior partida que a vida me trás sou eu própria. Passo os meus tempos mortos a indagar o meu destino, a calcular possibilidades, a prever e a preparar-me para o que possa decorrer, quando a honesta verdade é que, da minha parte, também se podem erguer inquietações, também posso eu corromper aquilo que mais prezo.
A minha sorte é o desafio que me impões. Mas, apesar de transcenderes quaisquer das indesejáveis probabilidades que proponho, não apagas este receio, que destemidamente tolero, das minhas próprias disposições, convencida eu de que me conheço. E ainda bem que assim é. Mantém-me desperta que tudo correrá bem.
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